Como Vender Pela Internet Sem Gastar Dinheiro

Como Vender Pela Internet Sem Gastar Dinheiro

O tópico aqui na rádio hoje é faturar em casa. Você deve ter ouvido falar dos benefícios de criar um negócio na internet, que é possível fazer muitas vendas atingindo milhares de pessoas, enquanto o custo para atingir elas é baixíssimo e o lucro extremamente alto.
Aprender como fazer isso funciona requer um certo esforço e você precisa de uma estratégia, precisa seguir o que é comprovado e os outros vem fazendo, porque pode acreditar em mim… tentar inventar a roda para vender não vale a pena! Veja também: Como gerar vendas online


O que você vai aprender nesse artigo:
¬ Os 5 simples passos para vender pela internet
¬ Como ganhar dinheiro com produtos digitais sem ter que criar eles
¬ Como atrair pessoas sem gastar dinheiro e vender para elas

Como Vender Pela Internet Em 5 Passos

Quem Você Vai Ajudar

Entenda isso, antes de vender qualquer produto você precisa entender um fundamento da internet, as pessoas só compram quando entendem que você pode ajuda-las, simples, e isso vale principalmente para produtos digitais, nem tanto para os físicos.
Também deve saber que entender seu público é a base do seu negócio, isso vai alterar desde a cor de título até o preço do seu produto, então defina bem:
Quantos anos tem as pessoas para quem você vai vender, 15 – 30? Qual o sexo? Aonde elas moram? O que elas tem medo de fazer/perder? O que significa sucesso e traz felicidade?
Muda completamente escrever para um homem ou mulher, por isso precisa ter bem definido seu público alvo.

Escolha O Produto

A mais rápida forma de vender produtos pela internet é se afiliando a um, para isso você vai escolher um produto para vender, será um e-book, curso online ou uma área de membros que irá divulgar.
Com esse produto você vai ganhar uma comissão em cima de cada venda, por exemplo, o preço é de R$ 100, então a cada venda o criador do produto ganha 50 reais você fica com outros 50, certo?
Para isso basta se cadastrar na hotmart, lá você vai se afiliar ao produto que mais se encaixa no seu público, assim poderá divulgar a página de vendas do produto e quem comprar por ela você ganha comissões! Existem mais de 30 mil produtos cadastrados na hotmart.

Canal De Divulgação

Como será uma forma de não gastar nenhum centavo, então você não vai usar blogs, porque eles têm custos de hospedagem e domínio, pode usar uma página no facebook ou canal do youtube para vender produtos pela internet.
Nesses canais você vai atrair pessoas e transforma-las em clientes.

Crie Conteúdo

Para saber como vender pela internet você precisa aprender a criar conteúdo e ajudar os outros, agora você vai listar alguns problemas que seu público tem, envie um e-mail para o criador do produto que você divulga ou para o suporte, pergunte quais os problemas mais comuns dos clientes, falto de animo, cansaço, falta de dinheiro e etc…
Depois disso grave vídeos ajudando a resolver isso ou pode criar textos para sua página do facebook e divulgar eles em grupos do facebook, aonde tem milhares de pessoas!
Crie vídeos ajudando de verdade, procure na internet como solucionar cada problema e dê o seu melhor, não se preocupe com a qualidade da imagem, apenas crie vários vídeos que eles vão ir melhorando. Leia o blog Como gerar vendas Online

Ofereça!

Certo, após algumas semanas gerando conteúdo você já terá audiência, pessoas estarão seguindo você e procurando por uma solução maior, digamos que você as ajudou a ganhar 50 reais por semana e agora elas querem ganham 2 mil por mês…
Então aqui é o ponto final para vender pela internet, é hora de oferecer um curso ou livro sobre isso, também pode ir oferecendo um curso no final dos textos e vídeos, algo como:
Se você tem interesse em saber mais, clique no link abaixo e conheça o curso que faz XYZ.
Então é isso, você escolhe o público, o produto, seleciona seu canal de divulgação, cria conteúdo e no final oferece uma solução maior, esse é o processo para vender pela internet.

Percepção Requer Envolvimento

Um dos grandes nomes do underground brasileiro, o trio Los Pirata dá continuidade ao sucesso de crítica e público que permeia sua carreira com um ótimo segundo disco, La Re-vuelta. O guitarrista JOÃO ERBETTA que na banda assume o personagem Paco Garcia fala sobre as ousadias sônicas e a seriedade por trás da brincadeira.
Por Regis Tadeu Foto Cecília Laszklewicz

Pense em tequila, surf music, punk, blues, country, rock dos anos 50, música latina, Pixies, Beatles e Tito & Tarântula, não necessariamente nesta ordem, tudo isso batido em um liquidificador sônico. Pensou? Então você agora tem uma leve idéia do som do trio mais insano e legal do Brasil nos dias de hoje, capaz de lotar seus shows seguindo na contra-mão da cena indie nacional, caracterizada por músicos muitas vezes medíocres e cheios de pose pseudo-cool.
Depois de um incensado disco de estréia o interessantíssimo Em Uma Onda Neo-Punque ­-, o grupo ressurge com um fatídico (e ótimo) segundo álbum. Em cada uma das faixas de La Re-Vuelta é possível notar um descompromisso guitarrístico, como se a maneira de tocar de João Erbetta (ou Paco Garcia, como quiser) estivesse explicitamente ligada ao astral divertido das composições algo muito evidente La Telepatia, És Ilusion e Pancho.

O curioso é que tal conexão não tem regras definidas. Muitas vezes, chego com um riff pronto para a música, mas pode ser que guitarra só aconteça nos ensaios ou só na hora da gravação. La Telepatia demorou pra ficar pronta, foi finalizada só na gravação, enquanto Pancho, até onde consigo lembrar, veio numa tacada só. De maneira geral, é mais divertido ir finalizando os arranjos com a banda. Na teoria, a prática é ao-contrário, explica o guitarrista.
Sur é a melhor canção em portunhol/castalhano que o Paralamas nunca conseguiu compor e aquela em que o som da guitarra de João melhor exprime o seu estilo como instrumentista. Não é à toa que é uma de suas favoritas.
É uma ode explícita às minhas raízes sul-americanas, mais especificamente ao Uruguai – minha mulher é de Montevidéu – e Argentina. Tem um pintor uruguaio chamado Torres Garcia que fez um mapa sul-americano de cabeça para baixo, invertendo a relação sul-abaixo, norte-acima, que é muito legal, é uma imagem muito forte.

Realmente quando as coisas estão confusas, eu escapo para o sul a fim de me encontrar com lobos-marinhos no litoral uruguaio. Em relação ao som, não existe muita pesquisa, literalmente falando. Procuro estar sempre de ouvidos atentos e escutar muita música quando não estou gravando. Então, alguma coisa sempre aparece como referência. Sur tem uma coisa de riff grave e power chords meio Pete Townshend no refrão – alguém disse isso a mim, eu não tinha me ligado. Isso é uma coisa necessária quando se está em um trio: preencher certos espaços.
O Los Pirata vem sendo elogiado pela crítica e pelo público especializado desde o seu surgimento, mas falta algo para que o som da banda, com letras em portunhol safado – não se engane: isso é um elogio – atinja uma maior parcela do público. Na opinião do guitarrista, o problema não está especificamente no preconceito contra letras fora do eixo português-inglês, na distribuição dos discos ou no fato que a Internet se transformou em algo mais importante que uma loja de discos, e sim na falta de mercado. O Brasil é baseado em dois ambientes musicais: o mundo faustão/popularesco e o resto.

Este último é muito fragmentado e historicamente órfão. Não me entenda mal, não há nada de errado no mundo popularesco, cada um tem a liberdade de ouvir o que quiser, consumir o que quiser, mas falta dinheiro em circulação para as pessoas consumirem discos, shows, livros e TV a cabo, falta estrutura para fazer uma turnê pelo país, falta dinheiro para custos e é isso o que aflige diversas camadas desse resto cultural/musical. Acho que o Los Pirata é muito estranho para ser popular. Não acho que as pessoas tenham obrigação de gostar de algo tão esquisito (risos), mas acho que o Brasil acaba perdendo boas coisas que rolam nos países vizinhos pelo problema da língua, e isso é um grande azar nosso. Tem muita coisa rolando, por exemplo, na Argentina, Chile, Uruguai e México, e a gente poderia estar mais junto nessa onda, trocando experiências. É uma pena que o Brasil ainda se ache auto-suficiente em termos culturais.